Fazendo tendas e pregando nos tempos modernos!

Autor: Pr. Wanderlei Vieira




Atos 18:3 E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas.


Testemunho pessoal

Pela Graça de Deus eu tive o privilégio de conviver com o pastor Larry Darby por cerca de 4 anos. Desde que cheguei ao Seminário Evangélico Betânia em 1984 tive como mentor e modelo esse homem. Quem conheceu o SEB nessa época sabe bem do que estou falando. Naquele tempo era tudo diferente de dos dias atuais. Nós os alunos não pagávamos nada para estudar, era de graça, mais em contra partida cada aluno e aluna tinha de trabalhar cerca de 4 horas por dia. Essa parte do trabalho contava como parte do seu trinamento pastoral e missionário, tanto que vinha a avaliação no boletim de notas.

Mais uma coisa que estou me lembrando agora: Muitos alunos foram embora antes de se formar por causa desse trabalho, ou seja: Não gostavam muito de trabalhar. E para dizer uma grande verdade, o trabalho era muito duro! Havia setores até que o trabalho era um pouco mais leve, mais no geral era duro mesmo, usado para forjar o nosso caráter e a nossa alma! 

Algumas pessoas falaram que o Pastor Larry era "Doido" e era? Pode ser que sim. O que eu sei é que ele conseguia contagiar as pessoas para fazer alguma coisa. Conseguia passar uma energia e nos fazer correr junto com ele. É claro que muitas coisas não deram certo, e outras foram bem sucedidas e algumas dessas coisas que os alunos aprenderam naquele tempo usam como trabalho até hoje.

O Seminário Betânia era dividido em áreas. Laje - Era o terror de alguns!


A Laje era a principal fonte de renda, também o mais pesado. Lá fazia lajes pré moldadas, e blocos de cimento. O trabalho era pesado, e houve um tempo em algumas moças trabalharam lá, fazendo serviços mais leves é claro. Fazenda

A fazenda contribuía com leite fresco todos os dias, verduras e ainda plantávamos lavoura. Trabalhei nesse setor quase todo o tempo que passei no SEB. Também por um tempo tínhamos uma pequena produção de porcos. O serviço não era como na Laje, mais também não era fácil. Não tínhamos hora certa, pois algumas coisas precisavam ser feitas fora de hora normal do SEB.



Teve uma época que o gado precisava de capim e o SEB não tinha o suficiente e por isso nós buscávamos onde tina, Ipatinga, Timóteo e Acesita.


Sítio


O Sítio ficava bem longe do SEB. Estava localizado na zona rural de Timóteo. De lá vinha principalmente frango, pois tinha uma grança lá, mais também fazia horta.

Limpeza

Esse departamento pelo que me lembro era só as moças que trabalhava. Tudo a que se referia sobre limpeza era com as moças, inclusive a casa dos missionários.

Jardim

Aqui a gente falava que eles não trabalhavam, mais era brincadeira. Todos sabem como os americanos gostam de ter um gramado, e lá no SEB tinha um bem grande. Então eles tinham de manter aquele gramado impecável. Cozinha


Aqui parece fácil e gostoso! Até que poderia ser, mais as moças tinham um horário bem apertado aqui.

Louça

Não sei o número exato, mais penso que na minha época chegamos a ter mais de 200 pessoas morando lá no SEB. Daí pensa em todos esses departamentos tendo de funcionar para fazer essa imensa máquina funcionar. 


Lavanderia

Depois de um tempo a lavanderia foi desativada, mais quando cheguei lá ela funcionava a pleno vapor. Cada dia era dedicado a uma turma específica. Tínhamos de levar na hora certa e buscar na hora certa. Toda a nossa roupa tinha de ser marcada, para não perder. Escolinha


Enquanto os missionários trabalhavam os seu filhos ficavam nessa escolinha. Geralmente era cuidada por uma estagiária ou voluntária.


Livraria



Tendo uma Editora, era lógico que o SEB iria explorar essa atividade. Mercadinho



A produção de verduras e legumes que vinha da fazenda e do sítio, uma parte era destinada para ser vendida aqui. Marcenaria



O Irmão Tito tomava conta desse departamento, para dizer a verdade não sei muito sobre essa área. Consertava as coisas que quebrava no SEB.















Maromba

Funcionou pouco tempo. Não deu muito certo. Mais chegamos afazer alguns tijolos.

Pedra ardósia

Essa pedra era buscada bem longe, num lugar pra lá de Belo Horizonte. O SEB possuía alguns caminhões e comprava direto na pedreira. Isso era bem para os seminaristas, ir buscar pedra. Não tinha de fazer nada.rsrsrssr

Manutenção

Esse departamento era muito usado. Como falei com essa quantidade de gente usando coisas e instalações e é claro que quebrava muito.

Serralheria

Ficava num galpão bem atrás do prédio do refeitório, e que nos andares de cima era as salas de aula e dormitório das moças.

Produtos de limpeza

Esse departamento deu muito certo. Os produtos eram de primeira. E havia uma pasta de limpeza que tinha uma boa aceitação no mercado. Trabalhei lá uns dias.

Oficina mecânica

Como já falei acima, muitas pessoas, muitos carros, caminhões e dois ônibus. Sei que muita coisa tinha que pagar para fazer, mais os rapazes lá ficavam bem sujos,não sei se era para impressionar. Vendedores O SEB também contava com uma equipe de vendedores. principalmente de laje. Esses rapazes saíam a tarde para medir e fazer os pedidos. Secretárias. Alguns pastores e missionários tinham secretárias para fazer e ou ajuda-los com o trabalho das salas de aula. Essas secretárias geralmente já estava no terceiro ano ou estágio. Período de estudo


De segunda a sexta com exceção de quinta feira, todos os alunos deveriam estudar das 18:45 até as 21:30 horas. AS vezes dependendo do local de trabalho esse tempo poderia sofrer mudanças de hora. Folga Basicamente tínhamos dois dias em que tirávamos folga, ou seja algumas horas. No sábado depois do trabalho até a hora de dormir estávamos livres. Os rapazes "livres e desimpedidos" geralmente jogavam futsal. Outros usavam esse tempo para namorar. (Namoro, dois sábados por mês). Na segunda feira também era livre até a hora do trabalho, mais alguns ou seja muitos deveriam pagar o castigo. (Pena imposta em meia hora de trabalho por cada penalidade cometida) Esse dia é quando fazíamos as coisas no Centro da cidade.

Vivendo de fé, e trabalhando com as mãos. Viver pela fé não significa exatamente que temos de ficar esperando....esperando...olhando para as nuvens passar. Talvez possa ser assim se Deus quiser que seja. Viver por fé é acreditar que não importa as circunstâncias que estamos passando, cremos que Deus vai cuidar de nós e suprir cada uma das nossas necessidades. Habacuque 3:17 Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco,e nos currais não haja gado, 18 todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação. Linguagem de hoje 17 Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não deem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, 18 mesmo assim eu darei graças ao SENHOR e louvarei a Deus, o meu Salvador. 19 O SENHOR Deus é a minha força. Ele torna o meu andar firme como o de uma corça  e me leva para as montanhas, onde estarei seguro.  Viver por fé e fazer como o apóstolo Paulo fez e com isso nos ensinou que podemos sim, pregar o evangelho e ainda fazer tendas, ou seja trabalhar. É importante deixar claro que de modo algum sou contra missionários e pastores que recebem integralmente da Igreja ou Missão que trabalha. Estou mostrando a você que mesmo a diversos fatores externos e econômicos podemos sim fazer missões e a obra missionária. Lá no Seminário Evangélico Betânia de Coronel Fabriciano os alunos aprendiam desde o primeiro dia de estudo até o estágio a: Depender totalmente de Deus e a trabalhar com as mãos. A escola não poderia ser melhor pois nos abriu os olhos para esse detalhe no ministério, o de poder fazer alguma coisa para poder sustentar as nossas famílias. Nisso o pastor Larry era contagiante, pois conseguia despertar nos alunos aquilo que era vivo dentro dele. E como resultado disso hoje quase depois de 30 anos temos exemplos de ex alunos bem sucedidos em negócios e alguns que a ideia nasceu no SEB e com um desses departamentos descritos acima. De onde provém a falta de investimento financeiro e humano em missões nos dias contemporâneos? 1. Falta de visão missionária Salmo 2:8 Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Você já andou de trem? É muito bom, se não teve essa oportunidade te aconselho a fazer uma viagem de trem, pois é muito bom. Por maior que seja o trem, ele sempre será puxado pela locomotiva, o os vagões são todos impulsionados pela força motriz da Locomotiva. Por algumas vezes já vi lá em Coronel Fabriciano duas ou três máquinas para puxar os vagões me minério de ferro, mais isso porque o peso era muito grande e a quantidade de vagões. O pastor local é a locomotiva e ele deve puxar os membros pu seja os vagões. Um pastor com visão missionária com toda certeza vai levar a sua igreja a ter visão missionária. Mais se ele não tem visão ou se ela é atrofiada ou míope a sua Igreja vai enxergar exatamente ou até menos do que ele. O que vemos e está provado através de muitos testemunhos e livros o quanto será bem sucedida uma igreja que coloca em primeiro lugar "Missões". Aprendi num livro que ganhei há muitos anos atrás e através desses anos no campo missionário a descobrir qual é a visão "missionária" da igreja pelo relatório financeiro. Não vou entrar em detalhes, mais o que é mais importante sempre vem nos primeiros lugares, e missões fica lá no fim, e o que sobra. 2. Crise econômica Ageu 2:8 Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos.Infelizmente muitos tem jogado a falta de investimento em pessoas e ou missões na "crise financeira" que o Brasil está atravessando. Mais gostaria de fazer uma pergunta: Será que o Reino de Deus está em crise? Sim porque Não fazemos parte do sistema desse mundo. Declaramos isso, pregamos isso, mais quando chega na área financeira não temos tanta certeza. Não estou induzindo nem uma pessoa a viver alienado desse mundo como algumas seitas fizeram e têm feito até hoje. Não é isso, é claro que enquanto estivermos nesse mundo iremos precisar de dinheiro, ter conta etc... O que estou afirmando que o Reino ao qual pregamos que pertencemos ou seja o Reino de Deus, esse Reino não está em crise, nunca esteve e nem jamais estará. 3. A ausência da Igreja em exercer o seu papel. O que temos aqui é uma total ausência da Igreja em exercer o seu papel de: 1. Arregimentar O modelo apresentado por Jesus é simples e direto: Jesus escolheu os seus discípulos e os comissionou. O que vemos atualmente são igrejas que por diversos fatores não cumprem cabalmente o papal que lhe é imposto, ou seja de apurar a visão e ver além do normal e enxergar a potencial de cada membro, e a partir daí seguir os passos rumo a enviar esse membro para o campo missionário. 2. Treinar Cabe a igreja local treinar esse irmão ou irmã. O ideal seria ter como capacitar essa pessoa no seio da igreja, mais isso se torna muitas vezes inviável, por isso se torna mais prático mandar para ser trinado em um Seminário. Hoje quase todas as denominações possuem os seus seminários. 3. Enviar Atos 13:1-4 E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram. E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.Uma vez separado, treinado, agora falta ser enviado. Aqui começa o problema e dilema de muitos desses que saíram formados. Até que muitas igrejas enviam, mais depois de certo tempo literalmente abandonam os seus obreiros e missionários lá no campo, e muitos tem de voltar ou viver lá precariamente. 4. Sustentar  (A preparação acadêmica e a realidade das igrejas.) Fp 4:16 Porque também uma e outra vez me mandastes o necessário a Tessalônica.

Agora muitas Missões criaram uma forma para que o próprio missionário se sustente: "Levantar sustento". Eu passei por isso por muitos anos seguidos, e na verdade podemos ver um retrato estampado por trás dessa forma de se fazer missões. Podemos analisar de ângulos diferentes e depois disso tirarmos as nossas conclusões. Não afirmo essas coisas como verdades absolutas, mais sim baseados no que vivi no campo missionário desde 1987 até 2011. Levantamento de sustento: (Transposição da responsabilidade da Igreja para o obreiro:) De certo tempo para cá ficou muito normal essa prática, e muitas Igrejas e Denominações estão usando a fim de mandar os seus obreiros para o campo missionário. De certa forma exclui da Igreja a responsabilidade de enviar e sustentar como era feito mais antigamente. Essa prática na verdade é como uma espada de dois gumes, ou seja se for colocada em uma balança, não sei exatamente se é vantajosa para a Igreja. Quero tentar explicar aqui o que estamos vendo com frequência. A. Obreiros sem vínculos com aqueles que o enviaram. Acompanhe aqui comigo a linha de pensamento: Na realidade a Igreja enviou, mais quem está sustentando de fato o obreiro ou a obreira no campo missionário não é a Igreja e sim um grupo de pessoas ou até mesmo uma entidade religiosa, e por isso a ligação com aqueles que enviaram vai se tornando mais e mais fraca. Uma coisa muito importante está desaparecendo devagar, ou seja a Igreja a espera do "Nosso Missionário", com o nome no mural etc... B. Vínculos fracos com a própria denominação. E muitos estão migrando para outras denominações e missões. pois nós também precisamos ter alguém na retaguarda que nos sustente, em oração e financeiramente. C. Perda de tempo muito grande: Pode demorar anos até que a pessoa consiga levantar o montante de que precisa para ir ao lugar que quer servir ao Senhor, enquanto isso algumas igrejas gastam o seu orçamento em coisas menos relevantes. Não quer dizer que se gasta a toa, mais sim que não se gasta com "prioridades" e para a Igreja a prioridade é a salvação das almas perdidas, o restante tem de vir depois. Recentemente veio a Igreja que eu e a minha estávamos uma jovem tentando levantar sustento para ir para a Africa. Só depois de muito tempo que ela conseguiu ir, mais sozinha. D. Os altos e baixos das entradas: Tem pessoas mais carismáticas do que outras e por isso alguns podem até levantar sustento com mais facilidade. Já muitas pessoas levantar o que precisam rapidamente, mais em contra partida, também já vi pessoas demorar muito tempo para levantar o sustento necessário. Mais aqui também muitos missionários enfrentam problemas: Dentre várias coisas posso destacar dois: 1. Pessoas se comprometem a ajudar num momento de emoção. Até que não fazem de má fé! Simplesmente naquele culto abençoado e pode ser que seja até um culto missionário. Daí muitas preenchem a ficha e devolvem para aquele que está vistando a Igreja. Daí o tempo passa e as pessoas vão deixando de depositar o disseram que iriam fazer. Já vi demais isso, muitos não chegam a colocar nem o primeiro mês. Mais tem muitos que permanecem fiéis por muitos anos. Por isso é crucial ter uma Igreja ou Organização no apoio, assim as chances de acontecer isso vão se tornando menores. 2. O altos e baixos das entradas. Com esses altos e baixos nas entradas os Obreiros ficam em situações desagradáveis, pois sabemos que as contas e necessidades da família são diárias, ou seja: Todo dia tem de se comprar pão, leite e pagar as contas etc... Daí como consequência natural esse "Obreiro (a)" já não está mais usando 100% da sua capacidade em favor do que foi chamado. Agora tem de preocupar com as contas do dia a dia. E os Projetos Missionários? Fica tudo comprometido, pois ele não pode fazer ou não sabe como fazer alguma coisa para granjear alguma coisa para ajudar o seu sustento e da sua família.

Suas habilidades e as necessidades do local onde você mora. Como falei lá no começo do artigo eu tive um bom professor o qual eu pude aprender a me sustentar quando não tinha o suficiente. Desde da década de 1990 eu trabalhei com as mãos para ajudar a sustentar a nossa família. Já fiz de tudo que se podia fazer a fim de conseguir completar o nosso orçamento. O máximo que ganhei da Igreja que pastoreei foi um salário e meio. As outras duas e não ganhava nada. Aqui está algumas coisas que fiz nesses anos. - Lavei redes - Fiz sorvete de batedeira de bolo - Fiz sorvete com batedeira manual dos Estados Unidos - Fiz refrigerante caseiro - Fiz sorvete com máquina própria - Fiz bombons e trufas - Vendi roupas importadas - Linguiças caseiras - Pão de queijo e quitandas. - Preencho DS 160 para solicitação de Visto Americano de turismo Em quase 30 anos podem ver que foram 10 atividades. Algumas evoluíram e outras simplesmente com o tempo tivemos de parar por causa das circunstâncias e ou mudanças de lugar ou de cultura. Baseado no que aprendemos com o pastor Larry: "Sempre tem alguma coisa para ser feita, em qualquer lugar que formos. Não importa se está num lugar gelado ou quente. Sempre podemos fazer alguma coisa" Aqui estão algumas fotos do que fiz.

Descubra o que pode ser feito

Descubra no local onde você está o que pode ser feito. Sempre existe alguma coisa que podemos fazer. No caso das redes eu percebi que naquele tempo uma grande parte das pessoas dormiam em redes, e naquele tempo não existia máquinas de lavar roupas e tanquinhos. Foi inovador, mais hoje penso que não daria mais.Assim foi com todas as coisas. Desde as regiões ,ais ricas até o sertão nordestino sempre tem alguma coisa que podemos fazer. Observe e ore a Deus para que Ele possa te orientar o que fazer. Peça a Deus ajuda para começar. Invista tempo para aperfeiçoar naquilo que está fazendo Não fique parado no tempo: Procure aperfeiçoar naquilo que está propondo a fazer. Gaste tempo, estude, faça cursos. Procure ser o melhor que puder. Quando trabalhava com sorveteria eu fiz dois cursos de especialização de "Gelados comestíveis" e isso me ajudou a ser o melhor naquela época na minha cidade. Fiz curso de chocolateria para poder fazer a melhor trufa e enquanto estava nessa área me saí bem. Vejam só quantas coisas podemos fazer. Ao invés de ficar choramingando pelos cantos arregace as mangas e vá a luta, e esmere em fazer o melhor que puder.

A hora de parar!

Como saber a hora de parar? Por alguns anos eu não precisei me preocupar com o sustento pois conseguimos sustento necessário para manter a nossa família e a obra missionária. Essa é a hora de parar ou pausar. No nosso caso conseguimos um mantenedor que nos mandava o suficiente para todas as despesas, e por isso não precisávamos trabalhar mais. Por isso dedicamos 100% do tempo para a obra missionária. Mais esse caso é ímpar pois a grande maioria dos missionários não conseguem ter todo sustento vindo de uma só fonte mantenedora.

Palavras de expressão de amor ao Seminário Evangélico Betânia.

Sobre o autor:

Formado no Seminário Betânia de Petrolina, missionário e Embaixador da MGE para parecerias Brasil/EUA

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